Por que investir em Madri sem um Visto Gold continua sendo atraente?
O recente anúncio de Donald Trump sobre o "Golden Card" nos Estados Unidos, com um investimento mínimo de 5 milhões de dólares, despertou o interesse de grandes fortunas internacionais.
No entanto, para quem busca um investimento rentável e seguro na Europa, investir em Madri – mesmo sem um Visto Gold – continua sendo uma alternativa superior.
Lembremos que, no início do ano, o Governo espanhol pôs fim ao “visto gold”, através de uma reforma legal que estabeleceu o dia 3 de abril como prazo final para qualquer procedimento.
Vantagens fiscais que superam as dos EUA.
Embora o Golden Card americano exija a transferência da residência fiscal para os Estados Unidos — o que significa tributação sobre toda a renda mundial —, Madri oferece condições muito mais atraentes. Os principais benefícios incluem:
- Lei BeckhamPermite pagar impostos apenas sobre a renda gerada na Espanha, com uma taxa fixa de 24% até € 600.000.
- Lei MbappéOferece uma dedução de 20% no imposto de renda de pessoa física em Madri para quem investe em empresas por pelo menos cinco anos.
Essas vantagens fazem com que investir em Madri sem um Visto Gold ainda seja uma estratégia financeira vantajosa.
Custos de entrada mais baixos e um mercado sólido.
Diferentemente dos 5 milhões de dólares exigidos nos EUA, e com o visto Gold descontinuado, as opções de visto de residência na Espanha não estão sujeitas a investimento.
No caso do visto de empreendedor, que exige uma contribuição financeira, não há valor mínimo, embora geralmente fique entre € 150.000 e € 200.000 em ativos fixos. Isso amplia as chances de elegibilidade.
Além disso, o mercado imobiliário de Madrid permanece forte, com um alta demanda por parte de turistas e expatriadosPreços competitivos e boa rentabilidade.
A isso se soma uma qualidade de vida superior, um custo de vida mais baixo em comparação com os EUA, assistência médica pública gratuita e estabilidade regulatória graças à adesão à União Europeia.
De acordo com a versão de 2024 da pesquisa “Pesquisa sobre as intenções de investimento na EuropaSegundo um relatório da CBRE, empresa de investimentos e serviços imobiliários comerciais, a Espanha ocupa o quarto lugar entre os 10 países europeus mais atrativos para investidores, depois do Reino Unido, da Alemanha e da Polônia.
Crescente interesse por parte de investidores chilenos
De um modo geral, existe um interesse significativo por parte de investidores e empresas nacionais em diversificar os seus portfólios para outros mercados. Por exemplo, como noticiado pelo meio de comunicação mexicano... El EconomistaO fato é que os fundos de pensão chilenos (AFPs) investem mais no exterior na América Latina: 45.29%, em comparação com a Colômbia (44.29%) e o Peru (39.78%).
No caso do investimento imobiliário, em 2019, 80% permaneceram no Chile, enquanto 20% foram para o exterior. Nos anos seguintes, essa tendência se inverteu, com 80% dos investimentos concentrados em mercados estrangeiros, atingindo mais de US$ 10 bilhões em 2022.
Por sua vez, o interesse dos chilenos O mercado imobiliário espanhol, especialmente em Madrid, cresceu consideravelmente nos últimos 5 anos. Os motivos são claros: diversificação de ativos, acesso ao mercado europeu e melhoria das condições de vida.
Não podemos ignorar também o fato de que, em 2023, a União Europeia atualizou seu Acordo Comercial com o Chile, o que sem dúvida traz vantagens para qualquer investidor local interessado no país ibérico.
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